Duas equipas, uma carrinha — e a peça ainda está no armazenista
O trabalho estava planeado. Só que ninguém sabia que a carrinha já tinha saído, que o único com o certificado estava de férias, ou que a peça tinha acabado na quinta-feira. A equipa chega, não pode trabalhar, e volta para trás.

Soa-lhe familiar?
- Dois trabalhos recebem a mesma viatura, e só dá por isso nessa manhã.
- Um trabalho exige uma qualificação e foi dado a alguém que não a tem.
- A equipa chega sem a peça, e o dia torna-se uma ida ao armazenista.
- As férias estão num quadro, o plano numa folha de cálculo, e contradizem-se.
- Só uma pessoa sabe como a semana encaixa, e por isso não pode ir de férias.
- Encomenda quando dá por uma falta, não antes de ela parar um trabalho.
Quanto custa na realidade
Uma deslocação em vão custa duas vezes: as horas e o trajeto que não pode faturar, e o horário que o trabalho tem de ocupar uma segunda vez. Junte o cliente que tirou um dia por nada, e custa uma terceira vez — em confiança, que ninguém chega a medir.
Como a Capwork resolve isto
- 1
Um trabalho reserva tudo o que precisa, de uma vez
Pessoas, viaturas, ferramentas e materiais são reservados em conjunto para a janela que o trabalho realmente ocupa. Se um deles não estiver livre, o horário nunca é oferecido — a carrinha marcada duas vezes torna-se impossível.
- 2
Competências e certificados decidem quem pode ser atribuído
Um trabalho que exige um certificado só pode ser atribuído a quem o tem. Deixa de saber do desencontro já em obra.
- 3
Ausências e stock fazem parte da disponibilidade
Férias, baixas e horários entram diretamente em quem pode ser atribuído. Os níveis de stock entram na questão de saber se um trabalho pode avançar: uma peça a acabar aparece antes de parar um trabalho, e não depois.
- 4
Se alguém falta, vê primeiro o novo plano
Uma baixa ou umas férias despoletam um replaneamento proposto — quem mais tem as competências certas, quem tem uma janela livre, o que continua a encaixar. Aprova-o antes de algo mudar, e o plano deixa de viver na cabeça de uma só pessoa.
- 5
As mesmas propostas para carrinhas e equipamento
Em desenvolvimentoPonha hoje um veículo em manutenção e vê todos os trabalhos para que está reservado, decidindo depois caso a caso. Que o Capwork proponha a troca de equipamento como já faz com pessoas está em desenvolvimento.
Veja com dados reais
Abra uma empresa de exemplo com equipa, competências, veículos e stock já configurados. Registe alguém de baixa e veja o que o planeamento propõe. Sem registo, nada para instalar.
Abrir a demonstração ao vivoO que precisa para isto
Ao consumo: um mês calmo custa menos. Comece pela equipa e acrescente viaturas ou stock quando o merecerem.
Perguntas frequentes
Não. Comece pelas pessoas e pelo único recurso que lhe cria mesmo problemas — normalmente as viaturas. Ferramentas e materiais pode acrescentar depois; cada um é um módulo separado e é faturado à parte.
As competências e certificados são registados em cada pessoa, e os serviços indicam o que exigem. A disponibilidade resulta do cruzamento: uma atribuição sem a qualificação certa não chega a poder ser criada.
Sim, cada pessoa vê os seus próprios trabalhos, na sua língua, no telemóvel. O que vê para além disso é definido pelo seu papel.
A ausência retira-o da disponibilidade, e a Capwork propõe substituição entre quem tem as competências certas e uma janela livre. Vê a proposta e aprova-a antes de algo se mover.
Ponha-a em manutenção e vê todos os trabalhos para que está reservada, por isso nada se descobre de manhã. Decidir o que acontece a esses trabalhos é consigo por agora; as propostas automáticas de substituição para veículos e equipamento, como a baixa já faz para pessoas, estão em desenvolvimento.
Sim. O tempo de deslocação e a viatura fazem parte do que um trabalho reserva. Um dia no exterior é assim planeado como decorre de facto, e não como uma fila de marcações coladas umas às outras.
Torne o plano visível para todos
Registe a sua equipa e as suas viaturas: a primeira semana planeia-se sozinha.